Terça, 23 de janeiro de 201823/1/2018
(46) 984 000 614
Parcialmente nublado
20º
23º
27º
Barracao - PR
Erro ao processar!
Seu Negócio Tri Banner topo
SELEÇÃO BRASILEIRA
Técnico e "mentor" de Guerrero no Brasil, Tite e seu filho reveem atacante
Treinador do peruano no título mundial do Corinthians graças à recomendação de seu filho, hoje auxiliar da Seleção, Tite tem dicas de sobra para dar ao sistema defensivo
Antônio Claudio Barracão - PR
Postada em 14/11/2016 ás 11h09
Técnico e

Guerrero deve muito à família Bachi. A família Bachi também deve muito a Guerrero. E não pense que o único brasileiro envolvido nessa história é Tite. Quando aprovou a contratação do atacante peruano pelo Corinthians, em 2012, o técnico estava apenas seguindo a recomendação de seu filho Matheus, hoje, um de seus auxiliares na Seleção.


O jovem tinha 22 anos e estudava futebol quando viu, em 2011, dois jogos do Peru na Copa América disputada na Argentina. Guerrero foi o artilheiro daquela competição e encantou o filho de Tite. “Experts” no centroavante, que hoje defende o Flamengo, ele e o pai agora dão dicas aos zagueiros para brecarem seu ímpeto no Brasil x Peru, que será disputado à 0h15 de terça para quarta-feira, em Lima, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.


Na atual comissão técnica da Seleção, Matheus Bachi tem um pé no escritório e outro no campo. Ele atua no CPA (Centro de Pesquisa e Análise) da CBF ao lado de Maurício Dulac e Thomaz Araújo, no papel de desvendar adversários e jogadas dos próprios jogadores da equipe, que podem ser aproveitadas quando se reúnem pelo Brasil.


Mas, nos treinos, quando necessário, faz papel de “sparring” para os atacantes titulares, já que chegou a jogar quando estudava nos Estados Unidos.


Há cinco anos, a força física e o faro de gol de Guerrero deixaram a família extasiada. A tacada não poderia ter sido mais certeira. Contratado pouco depois, o peruano fez os únicos dois gols do Corinthians no Mundial de Clubes de 2012. Suficientes para o histórico título.


Goleador das Copas América de 2011 e 2015, Paolo Guerrero não está tão afiado assim nas eliminatórias. Ele divide a artilharia do Peru com Farfán e o meia do São Paulo, Cueva, todos com três gols. Menos do que Neymar e Gabriel Jesus, com quatro cada um, e Cavani, artilheiro máximo do torneio com sete.


No primeiro turno, em novembro do ano passado, ele teve uma grande chance de marcar contra o Brasil, mas parou no goleiro Alisson e na marcação da zaga formada por Miranda e Gil. Dessa vez, Alisson e Miranda estarão em campo, mas o jovem Marquinhos é o titular de Tite. A defesa que terá a missão de, mais uma vez, parar o goleador.

FONTE: GE/Alexandre Lozetti e Edgard Maciel de Sá/Foto: Lucas Figueiredo/CBF
tags:
O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

500 caracteres restantes

  • COMENTAR
    • Prove que você não é um robô:

imprimir
335
© Copyright 2018 :: Todos os direitos reservados
Site desenvolvido pela Lenium