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19/12/2016 ás 10h55 - atualizada em 19/12/2016 ás 11h01

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Em busca de vida além da internet
or mais úteis que smartphones e computadores sejam, eles também podem tornar os usuários dependentes. Na Alemanha, projeto incentiva adolescentes a passarem menos tempo online.
Em busca de vida além da internet

Hoje em dia, o smartphone é o nosso companheiro constante: Spotifiy para música, Whatsapp para mensagens, Netflix para filmes. Muitas vezes passa-se horas por dia com os olhos no telefone, para fins particulares e de trabalho. Algumas pessoas até têm a sensação de que não podem viver sem ele. Difícil é dizer quando alguém se tornou viciado em mídia ou é apenas um usuário frequente."Você não pode considerar apenas o número de horas que a pessoa passa com o telefone", frisa o alemão Andreas Pauly, pedagogo especialistas em mídias, que diz que o vício se desenvolve em etapas.




Primeiro a pessoa tenta algo pela primeira vez, um novo videogame por exemplo. Em segundo lugar vem o estágio do prazer, quando ela se sente satisfeita usando a mídia, seguido do hábito. A quarta fase é quando o consumo de mídia vai além do normal. A última etapa, então, é o vício."Se você começa a negligenciar seus amigos e seus passatempos diários, então isso está se tornando anormal", explica Pauly. Alguém que prefere jogar videogame ou ver TV em vez de passar tempo com amigos – ou mesmo ir à escola ou trabalhar – pode estar tendo um problema.


FONTE: g1/Foto: Fernando Brito

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