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CIÊNCIA
Atividade cerebral explica ligação entre estresse e risco cardíaco, indica estudo
Pacientes que apresentaram atividade maior em região ligada ao gerenciamento de emoções mostraram risco mais alto de desenvolver doenças cardiovasculares.
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Postada em 12/01/2017 ás 15h41
Atividade cerebral explica ligação entre estresse e risco cardíaco, indica estudo


O efeito de estresse sobre uma região do cérebro pode estar associado a um risco maior de ataque cardíaco, segundo uma pesquisa publicada na revista especializada The Lancet.




No estudo com 300 pessoas foi observado que os que apresentavam uma atividade maior na amígdala (parte do cérebro responsável por orquestrar emoções) tinham uma probabilidade maior de desenvolver doenças cardiovasculares - e mais cedo que os outros.




De acordo com os pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, estresse pode ser um fator de risco tão decisivo como fumo e pressão alta.




Especialistas em doenças do coração afirmam que os pacientes em situações de risco devem receber ajuda para gerenciar o estresse.




O estresse já tinha sido ligado a um aumento no risco de doenças cardiovasculares, que afetam o coração e os vasos sanguíneos. Mas a forma como isso acontecia nunca tinha sido explicada.Wstresse pode ser um fator de risco tão decisivo como fumo e pressão alta (Foto: Lancet/Reuters)Os pesquisadores de Harvard detectaram que uma atividade maior na amígdala, a região do cérebro que processa emoções como medo e raiva, ajuda a explicar a ligação.




As amígdalas - são duas, uma de cada lado do cérebro - são grupos de células localizadas dentro dos lobos temporais mediais do cérebro. Em humanos e animais a amígdala está ligada a respostas ao medo e também ao prazer.



 Os cientistas sugerem que a amígdala sob estresse envia sinais para a medula óssea, para que esta produza mais células brancas para o sangue. Estas células vão causar inflamação nas artérias e isto pode causar ataques cardíacos, angina e derrames.


Quando exposta a estresse, esta parte do cérebro parece funcionar como uma boa forma de prever a ocorrência de eventos cardiovasculares. No entanto os pesquisadores de Harvard afirmam que ainda são necessários mais estudos para confirmar esta sequência de reações.


FONTE: G1/Foto: Divulgação
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