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DIONÍSIO CERQUEIRA
Dionísio Cerqueira – “Falaram, mas não falaram nada”; Audiência Pública termina como começou
Debate teve maciça participação da sociedade, assim como das lideranças partidárias
Redação Barracão - PR
Postada em 21/07/2017 ás 09h05 - atualizada em 21/07/2017 ás 09h12
Dionísio Cerqueira – “Falaram, mas não falaram nada”; Audiência Pública termina como começou

Audiência pública, realizada no Salão Paroquial/Foto:Reprodução Fronteira Online

Foi realizado na noite de ontem (20) no salão paroquial da Igreja Católica, de Dionísio Cerqueira/SC, uma audiência pública para definir o futuro do Hospital Municipal. O auditório improvisado ficou tomado pela população, que foram até o local a fim de saber como funciona e como funcionará com a nova gestão. Porém tanto oposição, quanto situação, assim como o representante do instituto Santé falaram, “mas continuaram sem falar nada”. A principal alegação para não haver uma definição, é porque o projeto de lei, assim como o contrato com todas as cláusulas, ainda não está pronto.


O prefeito Thiago manteve o discurso que as consultas continuarão sem sofrer alterações, assim como com a administração privada, novos benefícios e profissionais na área da saúde, deverão ser introduzidos para beneficiar a população.


O diretor do instituto Santé em sua palavra também não deixou claro qual será a forma de trabalho. Mas deu a entender que o atendimento “terá um teto”, com investimento de certa quantidade em um período, assim como uma avaliação será feita para sanar deficiências pontuais na nova administração.


Anderson Funai, professor de medicina, em Chapecó, mesmo sem conhecer a realidade do município cerqueirense, apresentou contra pontos, que poderão levar a um desfecho indesejado, apontando que tanto os funcionários, quanto os pacientes, devem sofrer com alterações, assim como a forma de uma empresa privada trabalhar e contratar. Funai disse ainda que o instituto Santé é investigado pela polícia, por corrupção em seus trabalhos em alguns hospitais que administra.  


Cezar Bueno, prefeito de Bom Jesus do Sul e Marco Zandoná, prefeito de Barracão/PR, integrantes do CIF, consorcio responsável pela reforma do hospital, acenam a favor da “terceirização” do serviço, acreditando que os números disponibilizados pelo o instituto, não causarão transtornos, tanto para os cerqueirenses, quanto para os municípios vizinhos e veem um avanço para a saúde de todos, tanto para quem é atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), assim como para quem passará usar o hospital de forma particular, através dos seus planos de saúde.

FONTE: PAN/Marcos Prudente
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