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BARRACÃO
Barracão – Cafuncho e Marcos Haeflieger afirmam que pedido de vista de João Carvalho é um desrespeito
Projeto de lei pausado pela comissão deverá atrasar pagamentos e até mesmo atendimento hospitalar
Redação Barracão - PR
Postada em 14/11/2017 ás 08h33 - atualizada em 14/11/2017 ás 08h40
Barracão – Cafuncho e Marcos Haeflieger afirmam que pedido de vista de João Carvalho é um desrespeito

Marcos Haeflieger (E) e Cafuncho/Montagem:Marcos Prudente

Após a administração municipal de Barracão/PR e vereadores de sua base realizar uma live no Facebook, apontando exagero no pedido de vista do Vereador João Carvalho (PR), que é relator da comissão, o acusado foi chamado a dar entrevista para a Rádio Fronteira AM, na qual relatou que estava atuando por dentro da lei. Porém na manhã de hoje (14), a mesma emissora entrevistou dois vereadores da base do prefeito, que rebateram as argumentações do responsável pelo “engavetamento”, afirmando que o mesmo atua com desrespeito para com o cidadão barraconense. 


Para o vereador Marcos Haeflieger (PSC) a alegação de Carvalho não é válida, uma vez que o projeto de suplementação de verbas é corriqueiro e o vereador citado já está em seu quarto mandato, deveria saber do que se trata. “Marcos disse ainda que pedido de vista não passa de politicagem e queda de braço com a administração municipal, assim como desrespeito para com a população”. 


O vereador Valdelírio Borges (Cafuncho-PSC) rebateu as argumentações na mesma linha de seu companheiro de bancada e partido, disendo que o projeto só se tornou polêmico porque os vereadores da comissão e principalmente João o tornou. Em uma de suas respostas o mesmo ainda disse que o dinheiro não empréstimo, mas remanejamento, ou seja; Como o ano está terminando, uns setores gastaram mais, outros gastaram menos, sendo assim, o que está sobrando será canalizado para o que está faltando, é dinheiro do município que já está “no cofre”. 


Segundo informou o vereador Marcos, o entrave poderá até mesmo deixar a população sem atendimento hospitalar, uma vez que o dinheiro que sana a mensalidade contratual do convênio com o Hospital Municipal de Dionísio Cerqueira/SC, deverá atrasar e o risco de suspensão no atendimento após o não pagamento é eminente. Fora este impasse, à também o risco de atraso aos fornecedores, adiantamento do 13º do funcionalismo público e salário dos ex-funcionários públicos aposentados.


Assista a entrevista clicando aqui  


FONTE: PAN/Marcos Prudente
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