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MUNICIPAIS
Barraconense – No duelo das divindades, São Roque venceu Fátima e sagrou-se campeão
Com a conquista o Cruzeiro chega ao seu terceiro título no futebol municipal
Redação Barracão - PR
Postada em 18/12/2017 ás 11h29 - atualizada em 18/12/2017 ás 11h34
Barraconense – No duelo das divindades, São Roque venceu Fátima e sagrou-se campeão

M22 (E) e Fábio levantam o troféu de campeão/Foto:Marcos Prudente

Na tarde do último sábado (16), no Campo do Palmeirinha, Barracão/PR, foi disputado a final do Campeonato Municipal de Futebol de Campo (Barraconense) e o Cruzeiro São Roque venceu Nossa Senhora de Fátima por 3 a 0 e sagrou-se campeão na categoria Principal. Os gols foram anotados por; Renan (2) e Pires. 


O jogo 


A final do Barraconense Principal tinha duas surpresas; a primeira era a mediação do jogo pelo árbitro Bráulio Silva Machado, a segunda era a presença do Nossa Senhora de Fátima na decisão. Com uma campanha mediana, Fátima se recuperou da má primeira fase e passou por Industrial e Linha Vargas Poncio nos mata-matas, porém seus jogadores assim como sua história mostravam que o jogo poderia ser mais difícil do que imaginava-se, com quatro títulos municipais em sua história, buscava o penta, porém com um elenco enxuto, era franco atirador contra os cruzeirenses. Cruzeiro São Roque também oscilou em sua campanha de 2017, sendo derrotado depois de cinco anos sem derrota, mas com o regulamento em baixo do braço, chegou forte para a decisão e mostrava-se muito forte para o confronto, afinal no seu elenco tinha nada mais, nada menos que Thiago Maggi e Rudinho, assim como outros nomes consagrados no futebol regional. Com a bola rolando o Cruzeiro como previsto já começou tentando dominar as ações, porém uns desfalques e outros improvisos, fez com que time ficasse um tanto nervoso e não conseguia impor o toque de bola. Fátima proposto a marcar, não queria arriscar muito. O jogo passou a ser estudado, algumas chances foram criadas, mas não passaram do quase, chegando o fim da primeira etapa com o placar fechado. 


Querendo que o relógio acelerasse, o Nossa Senhora de Fátima usava o recurso da cera quando podia, sempre gastando um tempinho para repor os lances. Quando tinha a bola, jogava na intermediária e pecava muito no último passe, tentava criar, mas havia uma distância entre o meio e o ataque. O Cruzeiro já com a adrenalina da final controlada, Thiago Maggi mais entrosado com o time, Monque ganhou pelo alto, a bola se apresentou com Maggi que fez fila na marcação e pifou Renan, que com categoria encobriu o goleiro Edilvano e abriu o placar. Precisando pelo menos do empate para tentar ficar com o título nos pênaltis, o Fátima tentou pressionar, mas dai abriu espaço para os contra-ataques e em um destes o Cruzeiro voltou a marcar, novamente com Renan. O Cruzeiro ainda ampliou com belíssima jogada de Pires após lançamento de Tufão. O atacante recebeu em velocidade no mano-a-mano com Mico, a cobertura chegou, mas os dois acabaram driblados e o título cruzeirense foi sacramentado.


FONTE: PAN/Marcos Prudente
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