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Paraná

Ex-governador Beto Richa deixa a prisão após decisão de Gilmar Mendes

Ministro do STF mandou soltar o candidato ao Senado pelo PSDB, a mulher, Fernanda Richa, e outros 13 investigados na Operação Rádio Patrulha.

15/09/2018 09h07
Por: Daiane Lima
Fonte: G1
Divulgação
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O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado pelo PSDB, Beto Richa, deixou a prisão no início da madrugada deste sábado (15). Ele estava preso desde terça-feira (11) no Regimento da Polícia Montada, no bairro Tarumã, em Curitiba. 

Ele foi solto após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, na noite de sexta-feira (14). A mulher de Beto e ex-secretária estadual, Fernanda Richa, e outros 13 investigados da Operação Rádio Patrulha também tiveram a liberdade concedida. 

Fernanda e o irmão de Beto, Pepe Richa, que é ex-secretário estadual, estavam presos no mesmo local e também saíram na madrugada deste sábado. 

Os demais presos também foram soltos do Complexo Médico Penal durante a madrugada, segundo o diretor do Departamento de Execuções Penitenciária (Depen-PR). 

Os investigados foram detidos pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) suspeitos de envolvimento em um esquema de superfaturamento de contratos para manutenção de estradas rurais em troca de propina.

Beto é considerado chefe da organização criminosa, diz MP

De acordo com o MP-PR, apura-se o pagamento de propina a agentes públicos, direcionamento de licitações de empresas, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça. 

Beto Richa é considerado chefe da organização criminosa, que fraudou uma licitação de mais de R$ 70 milhões para manutenção das estradas rurais, em 2011, segundo as investigações. 

Fernanda Richa participava da lavagem de dinheiro desviado no esquema, de acordo com o MP-PR.

 

 

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