
O apito final das urnas cravou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, provocando uma mexida rápida no tabuleiro internacional logo após a apuração. A vizinhança continental não fez cera e validou o placar de primeira, tratando o resultado como jogo liquidado. Pouco depois, o jogo ganhou um reforço de peso quando a diplomacia chinesa saiu da retranca, confirmou que acompanhou a apuração do tribunal e deu o passe inicial para manter a parceria entre os dois países.
No bloco regional, o time fechou a casinha sem pestanejar. Paraguai, Chile, Bolívia e Uruguai mandaram o aval de prima, sem dar espaço para conversa. Mais acima no mapa, governos de México, Panamá, Canadá e Cuba também bateram o martelo e confirmaram o resultado de pronto, garantindo que o novo governo petista contasse com respaldo em peso logo no primeiro minuto da prorrogação pós-eleitoral.
Do lado das grandes potências, o cenário se dividiu no meio de campo. A China oficializou o reconhecimento através do seu porta-voz oficial, destacando a parceria com o Brasil e a intenção de tocar adiante uma comunidade de futuro compartilhado, embora o líder Xi Jinping em si ainda não tenha ido aos microfones soltar um pronunciamento direto. Enquanto isso, os Estados Unidos seguiram com o freio de mão puxado em termos de comunicado conjunto da presidência, mantendo a bola parada no setor executivo.
Para azedar de vez o clima em campo, a bancada política norte-americana entrou de sola na dividida. Alguns democratas se adiantaram e reconheceram a eleição de pronto, mas a ala republicana não engoliu o resultado e foi para o confronto. O advogado de Donald Trump foi direto para o X protestar abertamente contra a contagem, colocando suspeição na disputa e adiantando que Trump deve exigir uma investigação internacional para auditar as eleições brasileiras.
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